Na infância e na adolescência, o organismo está em intensa fase de crescimento e desenvolvimento. Produção hormonal, amadurecimento cerebral e formação de tecidos exigem mais tempo de recuperação, o que explica a necessidade de longas horas de sono.
Na vida adulta, a demanda tende a se estabilizar entre sete e nove horas por noite. A partir dos 60 anos, porém, o padrão costuma mudar. O sono se torna mais leve, fragmentado e difícil de iniciar. Também é comum dormir e acordar mais cedo, além de incorporar cochilos à rotina diurna.
Parte desse fenômeno está relacionada à redução da produção de melatonina, hormônio que ajuda a regular o ciclo de sono e vigília. Além disso, doenças crônicas, dores persistentes, apneia do sono, uso de medicamentos e transtornos como a depressão tornam-se mais frequentes com a idade e podem interferir na qualidade do descanso.

Quantas horas de sono são recomendadas?
Segundo a National Sleep Foundation, dos EUA, as necessidades de sono variam conforme a faixa etária:


