A complexidade técnica do material, contudo, impôs desafios na confecção. “Trabalhar com o pirarucu é extremamente difícil. É muito mais complexo fazer uma bolsa com ele do que com o couro bovino tradicional”, diz a empresária. “Por causa das reentrâncias, do relevo e da textura natural da pele do peixe, a agulha da máquina sobe e desce e pode desviar a qualquer momento, entortando a costura. Exige uma mão de obra altamente capacitada e minuciosa.”
Ex-química cria marca de bolsas com couro de pirarucu e projeta faturar R$ 2,5 milhões
Noticias Relacionadas
comentarios
sobre Hello world!


