A decisão foi comunicada após a abertura de uma fiscalização sobre o Discord, em meio às investigações sobre a morte de uma adolescente de 13 anos em Mato Grosso do Sul. O caso envolveu uma transmissão na plataforma e grupos que, segundo as investigações, promoviam violência extrema e incentivavam práticas de automutilação.
Em manifestação apresentada na sexta-feira, o Discord afirmou que o prazo para cumprir a determinação era inviável e pediu a revogação da medida. A empresa também alegou que a suspensão teria natureza de sanção e questionou a competência da agência para aplicá-la.
Apesar da contestação, a plataforma implementou a restrição dentro do prazo. Em comunicado divulgado nesta segunda-feira, porém, o Discord não informou que desistiu do pedido de reconsideração e afirmou que trabalha para recuperar as funcionalidades.


