No processo, a defesa de Ruan solicita R$ 14 milhões e afirma que seguiu jogando pelo clube mesmo depois de reclamar de dores em partida contra o Palmeiras, no dia 11 de maio. Ele afirma ter recebido infiltrações, ter sido tratado com PRP (plasma rico em plaquetas) – na época classificado como experimental pelo Conselho de Medicina – e atuado lesionado.


