De acordo com as regras do estudo, o participante de 24 anos, cujos animes favoritos atualmente incluem The End of Evangelion e Girls Band Cry, não foi autorizado a comentar sobre o processo em si. Ele, no entanto, disse que o anime lhe deu “um entusiasmo pela vida, ao ver personagens tão vibrantes lutando para realizar seus sonhos”. Ishii espera que a terapia possa ser implementada no mundo todo.
Estudo no Japão aposta em animes como terapia contra a depressão
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