“Por volta das 11h, a mãe recebeu uma mensagem da filha pedindo ajuda. A mãe foi imediatamente para a escola porque não conseguiu falar com ela por telefone. Quando chegou lá, a filha contou o que havia acontecido no dia anterior e foram direto para a direção. Quando chegou na direção, outra barbaridade: a diretora olhou para a menina e a repreendeu por ter contado à mãe, dizendo que havia avisado que cuidaria disso”, afirmou Luanny.
A partir daí, a mãe procurou um vereador da cidade, que contratou os serviços jurídicos da advogada para acompanhar a situação.
“De algum modo, uma outra colega de sala soube o que tinha acontecido e se encorajou a contar para sua mãe que, há cerca de um mês, o mesmo fato tinha acontecido com ela. E o mesmo modus operandi, na hora do intervalo, vai para sala de aula, eles começam a agredir, tapa a boca, o nariz, e ameaça matar se contar”, afirmou a advogada.


