A presença da Nintendo em eventos como a gamescom latam 2026 já se tornou quase uma marca registrada da empresa. Apesar de ter passado muitos anos afastada do público brasileiro, hoje a marca está em contato constante com a comunidade.
Durante a gamescom, o Omelete conversou com Romina Whitlock, diretora de marketing da Nintendo na América Latina, que exaltou o sucesso dessas ações por aqui:
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“Somos muito jovens nesse país. Estamos aqui há pouco tempo se compararmos com a Sony, que tem uma participação grande no mercado e no boca a boca dos consumidores. Fazemos isso de propósito para que estejamos envolvidos com a massa de consumidores, para que eles possam testar jogos pela primeira vez“, explica.
Por movimentações como essa, o lançamento do Nintendo Switch 2, que está à beira de completar um ano, atingiu sucesso no Brasil:
“O lançamento em si foi excelente em termos de vendas. Vários lugares esgotaram bem rapidamente“, confirma, destacando o lançamento simultâneo com o restante do mundo.
Claro, ainda há espaço para mais iniciativas e lançamentos de produtos. Colecionáveis como amiibos e a Flor Tagarela não chegaram ao país — mesmo esta última tendo o português brasileiro como opção de língua. Nesse caso, o obstáculo está nas políticas de importação:
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“Isso é porque eles são considerados brinquedos. Aqui, brinquedos possuem uma taxa muito alta ao entrarem no país. Caso os trouxéssemos, eles seriam itens extremamente caros e pensamos que não faria sentido tê-los agora. Por agora, enquanto tivermos essas regras — que podem mudar, governos mudam tarifas o tempo todo —, eles seriam extremamente caros“, finaliza Whitlock.
