Enquanto Laterza e Rodriguez buscavam controlar as ações ofensivas do Franca, Dikembe, em noite mágica, seguiu comandando o ataque mogiano em parceria com Ruivo, com melhor aproveitamento que os anfitriões. O tempo jogou a favor de Mogi, que foi controlando a vantagem e segurando Franca. Restando três minutos para o fim, Mogi estourou o limite de faltas, levando o Franca aos lances livres em cada infração. Foi com esse benefício que os donos da casa conseguiram diminuir a diferença, que estava na casa dos quatro pontos, e passaram a liderar o placar restando 1min39seg para o fim em 73 a 72. No minuto final, os times trocaram cestas e a partida só foi definida nos últimos ataques após uma sequência de rebotes ofensivos do Franca – que pouco apareceram na partida – em erros de arremessos, culminando em cesta de Bennett restando 13 segundos. O ataque do Mogi foi barrado na primeira tentativa de ataque, Lucas Dias converteu um lance livre e, no estouro do relógio, Ruivo ainda acertou do meio da quadra, mas os três pontos não foram suficientes para reversão do placar.


