Ajudam o francês, além do histórico em campo, seus trabalhos como treinador. Ele foi auxiliar da Bélgica nos dois últimos Mundiais, esteve à frente do Monaco e conduziu a equipe sub-23 francesa nos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024 –seis dos atletas que dirigiu no torneio olímpico estão na Copa.
Após a vitória da França sobre Marrocos nas quartas de final, em Foxborough, o ex-atacante foi recebido no vestiário. Ganhou reverências de jogadores como Mbappé, Dembelé e Koné –este seu comandado em Paris– e um forte abraço do técnico Didier Deschamps, seu companheiro no triunfo de 1998.
“Thierry Henry foi um tremendo jogador. Quando ele fala sobre futebol, a experiência que teve, com tudo o que viveu, é inestimável. Obviamente, mais do que a maioria das pessoas, ele tem a capacidade de entender o que um jogador pode estar sentindo, por que um jogador fez algo naquele momento. E ele está sempre sorrindo, calmo. Saudações, Titi”, disse o treinador à Fox.


