“A nossa lição de casa é fortalecer os dois pilares fundamentais, que é a vacinação -manter as coberturas altas, acima de 95%, nas duas doses- e uma vigilância atenta para os casos suspeitos serem identificados, isolados, rastreados, feita a vacinação de bloqueio e varredura para que eles não se traduzam novamente em circulação sustentada da doença”, afirma Kfouri.
Dados do Ministério da Saúde atualizados até esta terça-feira (21) mostram que a cobertura vacinal da tríplice viral no Brasil -até 1º de junho- está em 87,05% na primeira dose e 71,89% na segunda. No estado de São Paulo, os índices são de 76,79% e 65,28%, respectivamente.
Na capital paulista, a cobertura é de 48,65% na primeira dose e 44,17% na segunda. Em São Bernardo do Campo, 90,76% da população receberam a primeira dose e 77,82% a segunda no mesmo período. A meta é imunizar pelo menos 95% do público-alvo.


