Miranda Priestly, a imponente personagem de Meryl Streep, enfrenta um escândalo de imagem na sequência legado de O Diabo Veste Prada. O filme estreia hoje, 30 de abril, nos cinemas brasileiros.
Em 2006, ninguém imaginava que O Diabo Veste Prada se tornaria um verdadeiro fenômeno da cultura pop, tanto que a produção enfrentou dificuldades para conseguir orçamento e figurinos. No entanto, o faro aguçado de Meryl Streep previu o sucesso da comédia romântica e apostou alto nas negociações para participar do filme.
Durante uma entrevista ao Today Show, Meryl Streep revelou que, há vinte anos atrás, ela negou o papel de Miranda Priestly pois pressentiu que o longa se tornaria um sucesso comercial e, sendo uma parte vital e estratégica dele, ela deveria receber um cachê à altura de um blockbuster. Então, ela tomou uma atitude confiante (digna da própria personagem) e abriu uma negociação com o estúdio:
“Eu sabia que seria um sucesso. Li o roteiro e ele era ótimo. Então, eles me ligaram, fizeram uma proposta e eu disse: ‘Não. Não vou aceitar’. Eu fiz isso justamente porque sabia que seria um sucesso e queria ver se eu pedisse o dobro da oferta que me fizeram…E eles aceitaram na hora”, contou.
20th Century Studios
Streep ainda detalhou que ela tomou a decisão porque tinha certeza não só do êxito comercial de O Diabo Veste Prada, mas também que “eles precisavam de mim”. A atriz afirmou que encara o episódio como uma verdadeira lição sobre saber seu próprio valor e que percebeu que “demorou tempo demais” para perceber que seu calibre artístico e currículo permitia que ela, simplesmente, pedisse o que acreditava merecer.
Agora, duas décadas depois, Meryl Streep volta à pele de Miranda Priestly em O Diabo Veste Prada 2. Na sequência, a editora-chefe da Runway enfrenta uma crise que ameaça a revista que comanda e sua própria imagem.
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