Rogério de Oliveira, 40 anos, sabe o que é começar de novo. Em 2014, depois de deixar o emprego em um banco, atuou como correspondente bancário na área de serviços. A experiência não deu certo e o dinheiro que havia recebido ao sair do trabalho acabou. “Eu perdi tudo. Fui gastando e não sobrou nada”, conta.
Cinco anos depois, ele encontrou nos pudins uma nova possibilidade. A produção começou em casa, em 2019. Hoje, a Pudim dos Deuses produz cerca de 8 mil unidades por mês, fatura aproximadamente R$ 60 mil e se prepara para uma nova etapa de expansão.


