Ao longo desse tempo, ele se tornou um conhecedor da matéria-prima do negócio. “Eu como muito pipoca. Foi assim que virei especialista”, diz. Segundo Santos, o milho usado na pipoca salgada costuma ser menor, porque varia conforme a safra, enquanto o da pipoca doce precisa ser mais graúdo — a maciez, no entanto, não muda entre os dois. É esse tipo de conhecimento que ele passa adiante para os funcionários e licenciados, no controle de qualidade que considera essencial para manter o padrão da marca.
Como um carrinho de pipoca virou um negócio de R$ 150 mil por mês no Rio de Janeiro
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