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Agora disponível na Netflix: O filme de ficção científica de 403 milhões de dólares que reviveu uma das sagas mais míticas de todos os tempos


Está no catálogo do Disney+ tem um bom tempo, mas agora também podemos curtir na Netflix.

A Netflix também se alimenta de títulos de outros catálogos, o que às vezes se traduz na chegada à plataforma de alguns longas-metragens que não se esperava poder ver lá. Agora trazemos um novo exemplo disso com o fato de que Prometheus, a prequela de Alien, o 8º Passageiro assinada por Ridley Scott, chegou de surpresa à plataforma neste mês de fevereiro.

Lançado nos cinemas em 2012, as expectativas em relação a Prometheus estavam altíssimas, tanto por supor o retorno de uma saga lendária quanto pelo fato de Scott estar de volta por trás dela. Parecia que não havia ninguém melhor do que ele para expandir este universo aterrorizante, mas na hora da verdade o resultado ficou muito aquém do esperado.

20th Century Studios

É verdade que Prometheus rapidamente se tornou o filme de maior bilheteria da saga com uma receita mundial de 403 milhões de dólares, mas a resposta da crítica especializada foi um pouco mais fria do que se esperava – tem 73% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, enquanto Alien marca 93% -, gerando também uma clara divisão entre o público, contando com grandes defensores e também com detratores decididos.

Uma decepção divertida

Por minha parte, creio que Prometheus oferece um desdobramento técnico de primeira e um grande cuidado nos designs utilizados para que se encaixem neste universo, mas ao mesmo tempo pareçam algo fresco e diferente. Em troca, Scott está menos inspirado por trás das câmeras, pois a atmosfera que cria aqui fica muito aquém do trabalho magistral que fez no mítico filme de 1979 estrelado por Sigourney Weaver.

20th Century Studios

Com tudo, o mais fraco do trabalho é o roteiro assinado por Damon Lindelof e Jon Spaiths, pois falha tanto na criação de personagens quanto na execução do ponto de partida sugestivo que manejam. Além disso, combina a super-explicação em alguns aspectos com algumas reviravoltas nas quais é melhor não pensar muito ou tudo desmorona.

O resultado final só pode ser classificado como decepcionante se tomarmos Alien, o 8º Passageiro como inevitável ponto de comparação. Isso não impede que continue sendo um filme estimável e com um ritmo alucinante, sendo recomendável deixar-se levar para desfrutar mais com o grandioso espetáculo visual que Scott propõe aqui. E também claramente superior à sua sequência, Alien: Covenant.

Obviamente, Prometheus está disponível há muito tempo no catálogo do Disney+, pois é uma produção da Fox e o ideal seria que fosse um título totalmente exclusivo dessa plataforma. Por isso, é uma surpresa que agora desembarque no catálogo da Netflix no Brasil, onde não me surpreenderia se se tornasse um grande sucesso.



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