Aqui estão as minhas impressões de Backrooms: Um Não-Lugar, um dos filmes de terror mais esperados do ano e adaptação da famosa creepypasta.
Backrooms: Um Não-Lugar finalmente está chegando aos cinemas e as expectativas são altas considerando que se trata da primeira adaptação para a telona de uma das creepypastas mais famosas da internet e do curta-metragem que se tornou um fenômeno no YouTube. Eu já assisti o filme e conto aqui quais são minhas impressões.
Backrooms é uma boa adaptação, mas perde a chance de ser mais assustadora
A24 / Imagem Filmes
Para a tranquilidade dos fãs, Backrooms: Um Não-Lugar é uma boa adaptação para o cinema da creepypasta e das produções de Kane Parsons no YouTube. O próprio diretor é responsável pelo filme e consegue levar para as telonas o terror dos espaços liminares, replicando em escala maior a atmosfera de desconforto e inquietação, enquanto também é uma ótima introdução para quem nunca teve contato com esse universo.
Ao mesmo tempo que o filme acerta em fazer uma imersão tensa e opressiva, perde a chance de ser mais assustador quando foge do labirinto das Backrooms com excesso de explicações psicológicas na dinâmica dos protagonistas Clark e sua terapeuta, Dra. Mary Kline, que atrapalham a narrativa e tiram o foco de sequências mais aterrorizantes.
Qual é a história de Backrooms?
A24 / Imagem Filmes
Na trama, o vendedor de móveis Clark (Chiwetel Ejiofor) descobre no porão de sua loja um portal para um labirinto inquietante de ambientes intermináveis, parecidos com escritórios. Fascinado e perturbado, ele resolve mapear aquela extensão impossível de salas e corredores de arquitetura surreal, onde ruídos estranhos sugerem algo de outro mundo. Quando Clark desaparece, sua terapeuta, Dra. Mary Kline (Renate Reinsve), também acaba se perdendo nos Backrooms em busca de respostas e de uma saída.
Backrooms: Um Não-Lugar estreia nesta quinta-feira nos cinemas.


