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Gabriel Leone se prova cantor sagaz, sem jogo de cena, ao estrear show situado na ‘sala escura do sentimento’


Se o show resultou musicalmente irretocável, o roteiro precisa de sutis ajustes. “Mil e uma noites de amor” (Pepeu Gomes, Baby do Brasil e Fausto Nilo, 1985) – outra novidade do show, assim como a já mencionada “Um pro outro” – é pop expansivo com final feliz que soou meio deslocado no meio do show, povoado por canções que flagram o intérprete imerso no “pântano de solidão” mencionado em verso do “Bolero de Satã” (Guinga e Paulo César Pinheiro, 1976), número que Leone fez com intensidade contrastante com a delicadeza aliciante do canto de “Nós dois” (Celso Adofo, 1983).



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