O primeiro cliente veio dos Estados Unidos, ainda quando a startup terminava a primeira versão do produto. Durante a participação em uma feira, Almeida conseguiu apresentar o projeto para o Porto de Houston, no Texas. “Falei com pessoas altamente gabaritadas e pensei que seria fuzilado, mas entrei determinado a sair com um piloto. Quando apresentei, todos gostaram e consegui mais do que um teste de graça, saí com o maior porto dos EUA como cliente”, conta. A solução foi adotada em dois terminais, por onde passam os insumos e produtos críticos para as cadeias químicas, petroquímicas e de óleo e gás.
Esta startup brasileira para monitoramento de infraestrutura crítica conquistou o maior porto dos EUA
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