Ao retornar ao convívio familiar, aos 15 anos, o padrasto passou a submetê-la a violência sexual reiterada, segundo o boletim. Dessa violência nasceram duas filhas, atualmente com 1 e 4 anos. A jovem afirmou à polícia que era constantemente ameaçada de morte e agredida fisicamente quando resistia.
A mãe morava com seis filhos que tinha com o companheiro, assim como a sua filha de outra relação e as netas, também filhas do suspeito. Procurado, o Conselho Tutelar não comentou se sabia da situação familiar ou se acompanha o caso.
O homicídio não se consumou no dia 29 de julho em razão da intervenção de um dos filhos menores do casal, que se colocou entre os pais, segundo o boletim. À época do registro, ela manifestou interesse na concessão de medidas protetivas de urgência.


