Na infância, Talita Salles, 44 anos, se acostumou a ver a mãe cutucando o pai ao volante, com receio de que ele adormecesse dirigindo. O ronco também era constante. Vivendo em Frutal, interior de Minas Gerais, sem acesso a diagnóstico, o problema nunca foi investigado. Vieram um infarto aos 52 anos, um acidente vascular cerebral (AVC) aos 56, e outro infarto, aos 67. Já fisioterapeuta, atuando com exames nas áreas do cérebro, coração e sono, ela reconheceu, na prática clínica, o que viveu em casa, assim como a lacuna de acesso existente.
Do colchão à IA: a economia do sono cria novos negócios e acelera no Brasil
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