Os presos devem passar por audiência de custódia, na qual a Justiça reavalia as prisões preventivas, que, mantidas, devem ser revistas a cada 90 dias, conforme o Código de Processo Penal. Maurício Knoploch dos Santos, considerado foragido, segue com mandado de prisão em aberto.
Recebida a denúncia, os réus serão citados e terão dez dias para apresentar defesa preliminar, antes da instrução do processo, com oitiva de testemunhas e interrogatórios. Em paralelo, o Ministério Público pode requerer o bloqueio de bens dos acusados para garantir o ressarcimento dos R$ 86,3 milhões que teriam sido desviados.
Quem são os presos
– Davi Perini Vermelho, o Didê — presidente do IRM e ex-presidente da Câmara de São João de Meriti; apontado pela investigação como chefe do núcleo de servidores


