Madonna está causando burburinho com o lançamento de “Confessions II”, disco que chegou às plataformas digitais nesta sexta-feira (3). O trabalho é uma continuação do aclamado “Confessions on a Dance Floor”, de 2005.
A exemplo do primeiro disco, o novo álbum traz músicas dançantes, como “I Feel So Free” , “Danceteria” e “Bring Your Love”, faixa que a artista fez em parceria com Sabrina Carpenter. No entanto, o que tem chamado a atenção também são músicas com letras intimistas, o que pode ser sentido em “Bizarre”, colaboração com o DJ Martin Garrix — um dos nomes mais quentes do mercado.
Para muita gente, a letra faz referência ao ator Sean Penn, com quem Madonna teve um casamento conflituoso nos anos 1980. Na letra de “Bizarre”, a cantora descreve um homem com características parecidas com as do artista.
“Astro de cinema, olhos de um azul profundo / Em Hollywood, somos um prêmio perfeito / Ele dirigia rápido demais / Shelby Cobra, não era pra durar”, canta ela, fazendo referência a um carro que teria dado de presente a Penn durante o relacionamento.
Em outro trecho da música, ela faz alusão à dificuldade do parceiro em lidar com sua fama. “Estendem o tapete para nós, mas você não o divide / Acho que você se sente ameaçado por mim, você não admite / As pequenas coisas que você fazia que me fizeram te querer/ O fogo era tão intenso / Quem diria que o amor pode ser tão bizarro?”
Essa, porém, não é a única música de tom confessional do trabalho. Em “Fragile”, ela faz referência a Christopher Ciccone, seu irmão morto em 2024, aos 63 anos. “Nós dividimos um nome, um lar / Nós dividimos um elo frágil / Agora você se foi.” O luto volta a ser tematizado na música “Betrayal”, em que ela fala sobre a morte da madrasta, também ocorrida em 2024.
Já em “The Test”, ela fala sobre a relação com a filha mais velha, Lourdes Maria, com quem divide os vocais. “Estrelinha / Eu tentei te colocar em um pedestal / Você não pediu por todos os holofotes / Não pensei em como isso poderia perturbar”, canta a artista.


